Diário de São Paulo, 10/07/2010

Por: estaprontoquandofazplim

jul 11 2010

Categoria: Sem categoria

1 comentário


Que ótimo!

Hoje saiu uma matéria impressa no Diário de São Paulo, como não está disponível completa online transcrevo a parte de minha entrevista para poder compartilhar com quem se interessa pelo assunto :

A primeira parte está disponível neste link : http://www.diariosp.com.br/Noticias/Dia-a-dia/8320/%91Moda%92+do+Rivotril+e+alvo+de+criticas

Agora a segunda parte:

Três gotinhas viraram 100

A socióloga Roberta Martinho começou a tomar rivotril aos 28 anos, por indicação médica. Na época ela enfrentava o drama da separação quando descobriu que o pai sofria de um câncer terminal. Segundo ela , no começo três gotinhas, mas cinco anos depois, quando conseguiu encerrar a relação com o remédio já tomava 100. ” E o efeito era o mesmo do início , com três gotas” conta . “É um remédio para se tomar por umas três semanas, para amenizar situações críticas emergenciais”, diz a socióloga.
Roberta conta que durante o período em que tomou Rivotril nunca teve dificuldade em conseguir receita médica . Bastava marcar consulta com um psiquiatra ou um clínico de seu plano de saúde e pronto .
Mas segundo ela, a dependência chegou a tal ponto que para ir a qualquer lugar ela precisava tomar umas gotinhas.
“Com isso emagreci muito, minha pele ficou péssima, perdi a capacidade de me concentrar, esquecia tudo. Dormia mas não descansava” .
Segundo Capone, os dados sobre os efeitos de Rivotril no organismo , a longo prazo, são , são controversos . “Há relatos de irritabilidade e impaciência, além de esquecimento , comprovado cientificamente”, observa .
Para alertar sobre o tema, Roberta criou um blog por onde meses compartilhou sua experiência com os leitores.
Há oito meses, ela interrompeu o uso ao decidir que queria um filho- atualmente ela curte o terceiro mês de gravidez ao lado do marido José Luiz Sampaio “Dá pra ficar sem o remédio. É preciso parar aos poucos . Há sofrimento, mas é pouco perto da satisfação de estar livre da droga”, resume.

Um beijo a todos!

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Um comentário em “Diário de São Paulo, 10/07/2010”

  1. Boa tarde,

    Tomo ansiolítico á 5 anos, no meu caso é o Frontal (Alprazolam). Na realidade não posso dizer que, tomei durante os 5 anos, pois, nunca tomei numa sequência!
    Sempre tomei no máximo 0,75 ao dia ou seja, 1 comprimido e meio. Já não aguento mais! Tenho tido sintomas horríveis, consegui ficar 6 meses sem tomá-lo e até hoje não sei dizer o porque eu voltei.
    Os sintomas passam, por dor na nuca, lábios dormentes, fraqueza, uma sensação nas laterias da cabeça como uma espécie de latejo, náuseas, vontade de chorar muito, libido baixa entre outros… Alguém passa ou, já passou por este medicamento e pelos sintomas que eu descrevi? Alguém pode me ajudar?

    Abraços.


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